Prémio Rui Pena

Premio Rui Pena

A CMS, Rui Pena & Arnaut – em parceria com o ECO/Advocatus – lança o prémio Rui Pena, no ano da morte do sócio fundador, com o intuito de promover a investigação e o estudo na área do direito da Energia (eletricidade, gás, petróleo, renováveis, incluindo questões relacionadas com regulação). Um prémio – cujas candidaturas terão de ser entregues até 30 de outubro e o vencedor será conhecido no final de janeiro – que visa distinguir anualmente o melhor trabalho jurídico com a atribuição à candidatura vencedora de um prémio (uma bolsa ou um estágio internacional) e na divulgação do trabalho, no formato de e-book, na Advocatus. 
 
O júri é composto por, Carla Amado Gomes, professora da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Vítor Santos, ex- presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e Mónica Carneiro Pacheco, sócia da CMS Rui Pena & Arnaut, responsável pela área de energia. “O Dr. Rui Pena era um inovador e um profundo conhecedor do setor e foi isso que me atraiu a vir para este escritório há quase 12 anos. Estava permanentemente a fomentar a investigação e o conhecimento junto dos mais novos”, explica à Advocatus Mónica Carneiro Pacheco. “Achamos que fazia sentido direcionar este prémio para um trabalho de investigação no âmbito do Direito da Energia abrangendo todas as áreas: eletricidade, gás, petróleo e renováveis, incluindo ainda a Regulação. Porque também aqui o Dr. Rui Pena deu um contributo enorme”. 
 
Quem são os destinatários? Estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento de direito. “Não quisemos excluir nenhum dos patamares”, explica a sócia da CMS Rui Pena & Arnaut. O prémio terá duas componentes, uma financeira de apoio a uma bolsa de estudo ou um estágio internacional e outra de promoção do trabalho vencedor, que será publicada em formato e-book. Os patrocinadores não são ainda oficiais mas serão alguns dos principais stakeholders que tiveram relações profissionais com o advogado em causa. O prémio tem ainda o apoio da Associação Portuguesa de Direito da Energia. “Tem de ser um trabalho inédito ou seja que não tenha sido ainda publicado”, explicou ainda a advogada.